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sábado, 24 de janeiro de 2015

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COMUNICAR n鉶 significa apenas enviar uma mensagem e fazer com que nosso ouvinte/leitor a receba e a compreenda. Dito de uma forma melhor, podemos dizer que n髎 nos valemos da linguagem n鉶 apenas para transmitir id閕as, informa珲es. S鉶 muito freq黣ntes as vezes em que tomamos a palavra para fazer com que nosso ouvinte/leitor aceite o que estamos expressando (e n鉶 apenas compreenda); que creia ou fa鏰 o que est� sendo dito ou proposto.

     Comunicar n鉶 �, pois, apenas um fazer saber, mas tamb閙 um fazer crer, um fazer fazer. Nesse sentido, a l韓gua n鉶 � apenas um instrumento de comunica玢o; ela � tamb閙 um instrumento de a玢o sobre os esp韗itos, isto �, uma estrat間ia que visa a convencer, a persuadir, a aceitar, a fazer crer, a mudar de opini鉶, a levar a uma determinada a玢o.

     Assim sendo, talvez n鉶 se caracterizaria em exagero afirmarmos que falar e escrever � argumentar.

     TEXTO ARGUMENTATIVO � o texto em que defendemos uma id閕a, opini鉶 ou ponto de vista, uma tese, procurando (por todos os meios) fazer com que nosso ouvinte/leitor aceite-a,creia nela.

     Num texto argumentativo, distinguem-se tr阺 componentes: a tese, os argumentos e as estrat間ias argumentativas.

     TESE, ou proposi玢o, � a id閕a que defendemos, necessariamente pol阭ica, pois a argumenta玢o implica diverg阯cia de opini鉶.

     A palavra ARGUMENTO tem uma origem curiosa: vem do latim ARGUMENTUM, que tem o tema ARGU , cujo sentido primeiro � "fazer brilhar", "iluminar", a mesma raiz de "arg阯teo", "arg鷆ia", "arguto".

     Os argumentos de um texto s鉶 facilmente localizados: identificada a tese, faz-se a pergunta por qu�? (Ex.: o autor � contra a pena de morte (tese). Porque ... (argumentos).

     As ESTRAT蒅IAS n鉶 se confundem com os ARGUMENTOS. Esses, como se disse, respondem � pergunta por qu� (o autor defende uma tese tal PORQUE ... - e a� v阭 os argumentos).

     ESTRAT蒅IAS argumentativas s鉶 todos os recursos (verbais e n鉶-verbais) utilizados para envolver o leitor/ouvinte, para impression�-lo, para convenc�-lo melhor, para persuadi-lo mais facilmente, para gerar credibilidade, etc.

     Os exemplos a seguir poder鉶 dar melhor id閕a acerca do que estamos falando.

     A CLAREZA do texto - para citar um primeiro exemplo - � uma estrat間ia argumentativa na medida em que, em sendo claro, o leitor/ouvinte poder� entender, e entendo, poder� concordar com o que est� sendo exposto. Portanto, para conquistar o leitor/ouvinte, quem fala ou escreve vai procurar por todos os meios ser claro, isto �, utilizar-se da ESTRAT蒅IA da clareza. A CLAREZA n鉶 �, pois, um argumento, mas � um meio (estrat間ia) imprescind韛el, para obter ades鉶 das mentes, dos esp韗itos.

     O emprego da LINGUAGEM CULTA FORMAL deve ser visto como algo muito es-tra-t�-gi-co em muitos tipos de texto. Com tal emprego, afirmamos nossa autoridade (= "Eu sei escrever. Eu domino a l韓gua! Eu sou culto!") e com isso refor鏰mos, damos maior credibilidade ao nosso texto. Imagine, est鉶, um advogado escrevendo mal ... ("Ele n鉶 sabe nem escrever! Seus conhecimentos jur韉icos tamb閙 devem ser prec醨ios!").

     Em outros contextos, o emprego da LINGUAGEM FORMAL e at� mesmo POPULAR poder� ser estrat間ico, pois, com isso, consegue-se mais facilmente atingir o ouvinte/leitor de classes menos favorecidas.

     O T蚑ULO ou o IN虲IO do texto (escrito/falado) devem ser utilizados como estrat間ias ... como estrat間ia para captar a aten玢o do ouvinte/leitor imediatamente. De nada valem nossos argumentos se n鉶 s鉶 ouvidos/lidos.

     A utiliza玢o de v醨ios argumentos, sua disposi玢o ao longo do texto, o ataque 鄐 fontes advers醨ias, as antecipa珲es ou prolepses (quando o escritor/orador prev� a argumenta玢o do advers醨io e responde-a), a qualifica玢o das fontes, a utiliza玢o da ironia, da linguagem agressiva, da repeti玢o, das perguntas ret髍icas, das exclama珲es, etc. s鉶 alguns outros exemplos de estrat間ias. 

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